Engajamento! Potencialize-o com a Cultura Organizacional!

Engajamento! Potencialize-o com a Cultura Organizacional!

Cultura Organizacional

Talvez um dos fatores mais difíceis de mesurar nas corporações seja a Cultura Organizacional. Se no passado empresas e colaboradores se envolviam em relacionamentos longos, mais duradouros que casamentos às vezes, hoje, não basta apenas oferecer salários e benefícios para reter talentos e expandir os negócios. Profissionais precisam engajar-se na Cultura Organizacional, participar dela e, acima de tudo, inspirar-se nela.

Cultura Organizacional é um elemento fundamental do quadro empresarial frequentemente subestimado. E o resultado disso? Um cenário alarmante de turnover para o qual ninguém conseguiu encontrar solução prática, afinal, como justificar o desligamento de 46% de candidatos aprovados com menos de 18 meses de trabalho?

Foi, então, que David Bernard, fundador e CEO do AssessFirst, apresentou ao mundo sua proposta de intervenção e de análise comportamental, provavelmente uma das mais assertivas e bem-sucedidas entre as existentes.

 

É hora de recrutar com mais  eficiência – Recrutamento Preditivo!

 

Retomando assunto do Recrutamento Preditivo, vale a pena ler algumas palavras de Bernard sobre Cultura Organizacional e Seleção de Talentos.

            “Nós avaliamos o potencial do candidato para antecipar qual é a probabilidade de ele obter sucesso no seu posto. Podemos, também, predizer a sua capacidade de ser feliz no exercício do seu trabalho. Recrutar alguém que será bem-sucedido é bom, já é metade do caminho. Agora, recrutar alguém que possa ser bem-sucedido e que continue engajado depois de 9 ou 12 meses é mais interessante”.

Chega a ser quase oportuno, não? Em pleno momento de turnovers, há um movimento de mudança, e não somente da Seleção, mas da cultura organizacional também. Talentos recém-selecionados evadem seus postos sem que haja uma razão a nível de competência técnica como justificativa, pois o seu engajamento com o negócio cai.

Assim, uma antiga e subestimada variável torna-se naturalmente uma ferramenta de recrutamento: a cultura.

 

Tome medidas para conhecer a cultura organizacional da sua empresa!

 

A essa altura, antes de aventurarmos na importância de recrutar candidatos com perfil compatível, pode ser interessante fazer uma observação sobre Cultura Organizacional.

Quando uma empresa não possui uma cultura, isto é, aquilo que Maurice Thévenet chama de “conjunto de referências compartilhados, conscientemente ou não, ao longo de sua história”, ela arrisca não atingir coesão entre seus colaboradores.

Joséph Thouvenel, vice-presidente da CFTC, apresenta um diagnóstico esclarecedor sobre o assunto.

“A ausência de cultura se torna gritante, pois se trata da perda da comunidade marcada pela especificidade, se há uma comunidade totalmente anônima e aculturada, é preocupante” ³

Quase como passe de mágica, todos os olhares se viraram para a cultura organizacional. Especialistas são contratados, estudos encomendados e consultorias nunca viram melhores dias.

 

Cultura Organizacional… A solução foi, enfim, encontrada?

 

A resposta para parte dos problemas agora foi descoberta! É preciso encontrar colaboradores-chave com perfil adequado para não só trabalhar, mas também para se cativar de todas os elementos culturais que permeiam a organização.

Infelizmente, mapear a cultura de uma empresa é um trabalho longo, às vezes impossível, pois os elementos que a compõe são inúmeros e vão desde seus valores, heróis, mitos e símbolos.

Como exemplo, é possível pensar na Apple. A história dos dois Steves (o Jobs e o Wazniak) trabalhando por semanas em uma garagem é um mito. Aliás, embora já tenha sido várias vezes desmentido, é um elemento enraizado na cultura da Apple, e há aqueles acreditam nele fortemente.

 

Quem será o agente de transformação da sua empresa?

 

E é dessa forma que um dos setores mais estratégicos da empresa ganha um novo papel. O delegado geral da Fundação Nacional do Ensino de Gestão de Empresas, M. Thévenet, sabiamente discorre sobre esse assunto, jogando luz sobre a importância do Recursos Humanos no crescimento das empresas.

“É um setor que deve justificar a sua própria performance. Isso quer dizer que nós não podemos ter um setor de recursos humanos que se ocupa somente da folha de pagamentos de uma parte e do controle de pontos* de outra. É claro que os dois são importantes, mas há outros caminhos que se abrem”.

Além de responsabilizar-se por montar um quadro de pessoal harmônico, o Recursos Humanos agora trabalha lado a lado com todos os outros setores, elaborando planos estratégicos em todos os níveis, desde os individuais até os coletivos.

Tomar medidas para garantir que colaboradores se resplandeçam no exercício da sua profissão, aproximar equipes diferentes e, enfim, permitir que cada indivíduo se apaixone pela empresa – não a evadindo eventualmente – são algumas das inquietantes metas.

 

O que fazer e quem vai te ajudar?

 

Se nos é necessário reter uma lição sobre Cultura Organizacional, certamente é o seu papel nos empreendimentos e metas corporativos. Já passou da hora de conhecer melhor a sua cultura e de recrutar colaboradores com perfis compatíveis a fim de gerar engajamento e aumentar sua performance e produtividade. Aliás, vale-se aqui da máxima “poucos, mas que sejam bons”.

É difícil encontrar indivíduos e mais complexo ainda treiná-los. Contudo, esse é um trabalho a longo prazo, que exige esforço, estratégia e dedicação.

Contudo, ajudar empresas nas suas empreitadas é a nossa missão aqui no Grupo Selpe. Ainda não sabe como começar?! Entre em contato conosco, será um prazer!

*Adaptado

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